sábado, 30 de abril de 2011

Pedacinhos do meu jardim










O meu paraíso...

Cerejas já estão vingadas.

Favas

Alface

Courgette

As uvas prometem.

Olha o belo morango!

Morangos

Batatas quase boas para apanhar.

A oliveira está carregada de candeio.

Nêsperas douradas pelo sol.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

domingo, 2 de janeiro de 2011

Cestos de Natal 2010




Uma couve diferente.....

É da mesma espécie da couve-flor comum que conhecemos (Brassica oleracea L. var. botrytis) e pertence à grande família das Crucíferas (a esta mesma espécie Brassica oleracea, pertencem ainda todas os outros tipos de couve - couve manteiga, couve-de-bruxelas, brócolis e couve-rábano).
Com o passar do tempo, o homem foi aperfeiçoando, através de seleções repetidas, variedades com potenciais específicos. Assim, com interesse nas folhas desenvolveu-se a couve comum e o repolho; nos botões, a couve-de-bruxelas; nos caules comestíveis, a couve-rábano e, finalmente, nas flores, o brócolis e a couve-flor.

A couve-flor romanesca, também chamada de brócoli romanesco, repolho romanesco ou simplesmente romanesco.


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O que o fundo do mar esconde.....







Ânforas são vasos antigos de origem grega de forma geralmente ovóide e possuidoras de duas alças. Confeccionados em barro ou terracota, com duas asassimétricas, geralmente terminado em sua parte inferior por uma ponta ou um pé estreito, e que servia sobre tudo para o transporte e armazenamento de gêneros de consumo, tal como a salmoura. Era usada pelosgregos e romanos para conter sobretudo líquidos, especialmente o vinho. Servia também para conterazeite, frutos secos, mel, derivados do vinho, cereais ou mesmo água.

A palavra "ânfora" vem do latim amphora, que por sua vez é derivada do grego αμφορεύς (amphoreus), uma abreviação de αμφιφορεύς (amphiphoreus), uma palavra composta combinando amphi- ("nos dois lados", "duplo") e phoreus ("carregador"), do verbopherein ("carregar").

Para uma correcta classificação deste tipo de recipiente, existem diversos catálogos (Dressel, Haltern, Lamboglia, Benoit, Gauloise, etc), de terminologia complexa e por vezes dúbia. A história da classificação destes está constantemente a ser alterada, de acordo com os dados que vão sendo recolhidos em diversas escavações arqueológicas em terra e sub-aquáticas.

Em Portugal, principalmente no litoral e ao longo dos principais cursos de água (rios), vão sendo descobertos inúmeros fragmentos deste tipo de recipientes, cuja produção remonta a lugares tão distantes como o mediterrâneo oriental, mundo grego, Península Itálica, provínciaGálica, Tarraconense e, mais próximas, da bacia de Cádiz e norte de África. Também foram produzidas ânforas em território Lusitano, em épocas mais tardias e geralmente relacionadas com o envase de produtos marinhos ou derivados deste.

A título exemplificativo, uma das formas mais conhecidas no Noroeste peninsular é a Haltern 70, que se difunde desde Roma à Bretanha, por todo o litoral mediterrânico e atlântico.